Em geral, cuidar do lixo e construir aterros são incumbências do governo local. Antes que uma cidade ou outra autoridade possa construir um aterro, um estudo de impacto ambiental deve ser feito no local proposto para determinar:
Segundo, a composição base do solo e do leito da rocha deve ser indicada. A rocha deve ser o mais impermeável possível para evitar que vazamentos atinjam os lençóis freáticos. O leito da rocha não deve ter rachadura ou não poderá ser previsto para onde os resíduos poderão escoar. Locais próximos a minas ou pedreiras não devem ser escolhidos, pois essas estruturas freqüentemente estão em contato com o suprimento do lençol freático. Ao mesmo tempo, deve-se ter a possibilidade de abrir poços em vários pontos em torno do local para monitorar o lençol freático ou detectar quaisquer saídas de resíduos.
Terceiro, o fluxo de água sobre a área deve ser estudado. Um excesso de água do aterro não deve escoar para o terreno vizinho ou vice-versa. De modo semelhante, não se deve estabelecer o aterro perto de rios, córregos ou áreas alagadas para que não haja qualquer vazamento potencial do aterro para lençóis freáticos e bacias fluviais.
Quarto, deve-se indicar os potenciais efeitos do aterro e possíveis contaminações à vida selvagem local. Por exemplo, ele não deve estar situado próximo a áreas de procriação de aves migratórias ou locais. Devem-se evitar também locais de pesca.
Por fim, caso o local contenha quaisquer artefatos arqueológicos ou históricos, o aterro não deve ser construído lá.
Completado o estudo de impacto ambiental, devem-se obter autorizações dos governos local, estadual e federal. Além disso, o dinheiro terá que ser levantado a partir de taxas e títulos municipais para a construção e o funcionamento do aterro. O aterro de North Wake County custou cerca de US$ 19 milhões e foi pago através de títulos municipais. Como o financiamento normalmente vem de alguma fonte pública, a aprovação pública deve ser obtida através do governo local ou de um referendo.