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A grande quantidade de tecnologias de remediação existentes no mundo é de conhecimento e domínio, pelo menos teórico, das empresas nacionais do segmento. Mas isso não significa que, na prática, elas tenham sido empregadas no Brasil. Tanto é assim que para se ter uma idéia, das 1.336 áreas contaminadas na cidade de São Paulo-SP, apenas 36% delas estão com remediação em andamento e somente 1% conta com projeto concluído. Além do mais, as implantadas em sua maioria são em postos de gasolina e utilizam as tecnologias mais básicas, de bombeamento e tratamento (pump and treat) também chamada, de extração de vapores e multifásica (que extrai por vácuo água e vapores), algumas poucas de biorremediação e outras de barreira hidráulica.
Não por menos, a própria técnica de zonas reativas anaeróbicas da Arcadis Hidroambiente, apesar de já ter sido empregada em 200 lugares pelo mundo, ainda não foi utilizada no Brasil. Mas esse gap tecnológico tende a diminuir cada vez mais e em alguns anos serão vários os casos de remediações com tecnologias complexas.
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Para citar corretamente este artigo do HowStuffWorks por favor copie e cole o texto abaixo:
Diogo Tutida, Rafaela Fogaça. "HowStuffWorks - Como funciona a contaminação dos solos". Publicado em 06 de novembro de 2007 (atualizado em 19 de junho de 2008) http://ambiente.hsw.uol.com.br/contaminacao-dos-solos8.htm (26 de novembro de 2009)