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O cientista Martin Hajduch e seus colegas perceberam que as plantas tiveram uma habilidade inesperada de se adaptarem em um ambiente contaminado com radiação após o acidente. Uma pesquisa anterior, por exemplo, mostrou que plantas de soja se adaptaram ao solo contaminado com algumas mudanças em seu proteoma. Um proteoma é todo o complemento de proteínas produzidas pelos genes em uma planta ou um animal. Mas a variação de mudanças bioquímicas em plantas que permitem que eles tenham sucesso nesse ambiente hostil ainda não está clara.
Os cientistas cultivaram sementes de linho no solo contaminado da região de Chernobyl e compararam o crescimento com aqueles de sementes cultivadas em solo não-radioativo. A exposição à radiação teve relativamente pouco efeito nos níveis de proteínas das plantas, com apenas 5% das proteínas alteradas.
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