Introdução sobre como funciona a reciclagem de embalagem longa vida

embalagens tetrapack
Divulgação: Tetrapack


reciclagem de embalagens longa vida
A reciclagem, mais do que nunca, está na boca do povo. As casas possuem dois cestos de lixo: um para restos orgânicos, outro para recicláveis, como o papel, o vidro, os metais e o plástico. O óleo de cozinha não é mais derramado no ralo da pia, é armazenado em garrafinhas plásticas que, quando cheias, são levadas a postos de coleta em supermercados e outros estabelecimentos comerciais. As pilhas e baterias, comuns em eletrônicos e gadgets, também são levadas a postos de coleta especializados. O ciclo do consumo, aos poucos, vai se configurando em um verdadeiro “ciclo”.

Mas nem tudo são flores no processo de reciclagem, sobretudo quanto estamos falando em embalagens, a cada dia que passa mais sofisticadas e complexas. O caso mais emblemático é a embalagem longa vida (ou cartonada), um composto de plástico, alumínio e papel.

Você dispensaria uma embalagem longa vida no lixo de papel, plástico ou alumínio? E como reciclar um material tão complexo quanto este?

A embalagem cartonada (conhecida também por longa vida), criada na década de 1970, trouxe enormes benefícios à sociedade, que pode armazenar alimentos por um longo período de tempo sem que os mesmos apodrecessem. Benéfica do ponto de vista logístico – foi adotada em larga escala para armazenar toda sorte de alimentos e bebidas imagináveis -, no entanto, tornou-se um grande problema ambiental: é um composto de papel, plástico e alumínio humanamente inseparável, o que impede sua reciclagem integral.




Verdade seja dita: o papel é facilmente extraído do composto, o problema está justamente na separação do plástico e o alumínio. Os cientistas levaram décadas para, só então em 2007, descobrirem uma solução viável para a separação destes elementos: o plasma.

Para saber o que é o plasma e como ele consegue separar o plástico e o alumínio, leia a próxima página.