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- A pesca esportiva faz mal ao meio ambiente? |
Nos Estados Unidos, 44 milhões de pessoas vão aos rios, lagos e oceanos a cada ano praticar a pesca recreativa, e para isso gastam US$ 41 bilhões [fonte: Reiss, et al.]. O setor está florescendo. Para ajudar a conservar a população de peixes, há regulamentos em vigor que só permitem pesca em certas épocas do ano. O mesmo vale para o número e tamanho das presas que um pescador pode conservar. Aqui no Brasil o órgão que regula o setor é o Ibama. Leia o artigo A pesca esportiva faz mal ao ambiente? para mais informações.
O Serviço Nacional de Parques encoraja a captura e libertação de espécies nativas. Também recomenda que peixes não nativos sejam conservados pelo pescador, desde que cumpram as restrições de tamanho, porque isso permite que as espécies nativas prosperem.
O truque na execução de uma libertação bem sucedida é garantir que o peixe não sofra ferimentos. A maior parte dos pescadores esportivos conhece bem as técnicas mais eficientes e que conservam os peixes em bom estado de saúde. Muitos pescadores esporádicos, porém, talvez não estejam tão bem informados. Vamos verificar passo a passo o que é preciso para a libertação humanitária dos peixes, e explicar exatamente como um peixe pode ser machucado, no processo.