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Marshall Brain - traduzido por HowStuffWorks Brasil
Medindo a eficácia de uma estação de tratamento
A eficácia das estações de tratamento de esgoto é medida por meio de vários indicadores diferentes. Aqui estão alguns dos mais comuns:
- pH: medida da acidez da água quando sai da estação. Preferencialmente, o pH da água corresponde ao pH do rio ou lago que recepta a saída da estação;
- DBO (demanda biológica de oxigênio): a DBO é uma medida da quantidade de oxigênio da água necessária para concluir a dissolução de materiais orgânicos deixados no efluente. Preferencialmente, a DBO deve ser zero;
- Oxigênio dissolvido: quantidade de oxigênio na água quando sai da estação. Se a água não tiver oxigênio, qualquer vida aquática morrerá quando entrar em contato com ela. O oxigênio dissolvido deve ser o mais alto possível e precisa cobrir a DBO;
- Sólidos suspensos: medida dos sólidos que permanecem na água após o tratamento. Preferencialmente, o indicador de sólidos suspensos deve ser zero;
- Fósforo e nitrogênio totais: medida dos nutrientes que permanecem na água;
- Cloro: o cloro utilizado para matar as bactérias nocivas precisa ser removido para que não mate as bactérias benéficas no ambiente. Preferencialmente, o cloro não deve ser percebido;
- Contagem de bactérias de coliformes: medida de bactérias fecais que permanecem na água. Preferencialmente, esse número deve ser zero. Observe que a água no ambiente não está totalmente livre de bactérias fecais - pássaros e outros animais selvagens podem contaminá-la.
A principal razão para esses indicadores precisarem ser examinados cuidadosamente é porque toda comunidade produz uma grande quantidade de dejetos. Os níveis de descarga comuns para uma estação de tratamento de esgoto variam de 38 milhões a 380 milhões de litros por dia.
Para obter mais informações sobre instalações de esgoto e sistemas sépticos, assim como outras utilidades, verifique os links na página seguinte.